Autor: Oscar Wilde; tradução: Júlia Tettamanzy.
Imprenta: Porto Alegre: L&PM, 1982.
Colação: Sem ISBN, Coleção Rebeldes e Malditos, v. 3, monografia em 117 páginas. Introdução escrita por Vyvyian Holland (filho do Wilde, responsável pela edição integral do texto) em 1949 e um Sumário Biográfico.
Início e fim da leitura: Janeiro de 2008.
Justificativa: Ganhado do Marcelo, de aniversário. Sempre quis ler esse livro mas nunca tinha ido procurá-lo. Já li o “Retrato de Dorian Gray” e achei interessante. Não gostei da capa tosca (e sensacionalista) da minha edição. Citando o próprio Wilde, é um livro sobre “[ . . . ] o significado do sofrimento e toda a sua beleza.” (p. 111). O autor fica explicando por que o Alfred Douglas/Bosie é um merda (o livro me fez ter interesse sobre a figura do Bosie. Quem era, de onde veio, do quê se alimentava. Alguém tem alguma indicação de texto pra eu ler sobre ele?) e por que se encantou (pra não dizer “apaixonou”) tanto com tal figura. É um mea-culpa em relação ao seu estado atual (i.e.: falido e execrado). Apresenta uma discussão interessante sobre arte/sofrimento/cristianismo.
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